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A Pirâmide da Transformação Digital



Transformação Digital não é sobre tecnologia

A Transformação Digital é atualmente um dos tópicos de negócios mais discutidos da agenda corporativa. Verdade seja dita, os elementos cruciais da Transformação Digital ainda precisam ser claramente delineados, e as áreas de intervenção no ambiente corporativo ainda estão por ser definidas.

Em um artigo recente, Alessandro Braga definiu 6 Pilares (que chama de eixos) da Transformação Digital: 3 deles dentro da empresa (pessoas, processos e tecnologia), os demais 3 ficam no exterior (cliente, relacionamento e produto / serviços).

Em um artigo publicado no MIT Sloan Review, Peter Weill e Stephanie L. Woerner identificaram 2 dimensões de negócios para avaliar a prontidão digital das corporações: experiência do cliente e eficiência operacional.

No geral, há um consenso claro de que a transformação digital não é sobre tecnologia, mas sim sobre uma nova maneira de fazer negócios e uma nova maneira de abordar modelos corporativos. Como George Westerman  afirma: "Quando se trata de transformação digital, digital não é a resposta. Transformação é"

A estrutura da Pirâmide da Transformação Digital

Este framework, Pirâmide da Transformação Digital, desenvolvido por Patrick Turchi (com contribuições de Alessandro Braga), tem o objetivo de facilitar a definição de iniciativas de transformação digital, ajudando a entender o impacto da tecnologia digital nos negócios corporativos.

Patrick define que existem 3 níveis nos quais a Transformação Digital precisa ser abordada dentro das corporações:

  • Estratégia
  • Execução
  • Tecnologia


Um programa eficaz de Transformação Digital tem que abranger pelo menos dois dos três níveis e deve cobrir, a longo prazo, cada um dos três níveis.

Por exemplo, a definição de um novo Modelo de Negócio Digital, sem sua execução por meio de uma nova abordagem do Go-to-Market, é um exercício teórico puro que permanecerá na apresentação em nível de diretoria e não mudará a forma como o negócio é executado. Por outro lado, a implementação de um novo sistema de TI (como um ERP ou CRM) ou a criação de um e-commerce independente não é uma iniciativa de Transformação Digital, se isso não fizer parte de uma transformação geral do Modelo Operacional ou de uma nova abordagem do Go-to-Market.

É importante reconhecer que cada um dos três níveis da pirâmide tenha forte influência sobre os demais elementos da estrutura.

Um programa de Transformação Digital bem sucedido requer uma abordagem de sistema que abranja uma verdadeiramente iniciativa transformacional. Estratégia, Execução ou Tecnologia por si só não podem transformar uma empresa: apenas uma revisão integrada de (pelo menos) dois dos elementos permite a transformação corporativa.

Os blocos de construção da Pirâmide da Transformação Digital

Existem 5 blocos de construção que definem o framework:

  • Modelo de Negócio / Estratégia de Negócios
  • Modelo Operacional
  • Operações
  • Ir ao mercado
  • Tecnologia


Cada um dos elementos é relevante e a relação entre os elementos deve ser levada em consideração nas iniciativas de transformação digital. Na verdade, uma nova maneira de fazer negócios, tanto dentro da empresa quanto em relação ao mercado, é a maneira correta de trabalhar com um programa de transformação digital.

Na verdade, as tecnologias impactam o Modelo Operacional e as Operações de uma empresa, além de apoiarem a evolução do Go-to Market (por exemplo, por meio de uma nova abordagem de canal ou por meio da revisão do portfólio de produtos ou das características do produto). Da mesma forma, a implementação do Modelo de Negócio requer a definição (e evolução) de modelos operacionais específicos, atividade operacional e abordagem de mercado.


Camada 1: Estratégia (modelo de negócio)

A importância da estratégia nos processos de Transformação Digital são fundamentais, levando-se em conta que não existe Estratégia Digital: apenas Estratégia de Negócios num ambiente digital enriquecido.

Ao definir a Estratégia de Negócios em um ambiente habilitado digitalmente, as empresas devem avaliar oportunidades e impactos, bem como ameaças potenciais, de Modelos de Negócios Digitais habilitados por tecnologia, mas não limitado a isso:


  • Negócio de plataforma e mercado
  • Evolução do modelo de propriedade (com a mudança de propriedade para acesso, através de modelos pay-per-use)
  • Serviços de valor agregado através da tecnologia digital
  • Produtos baseados em dados (e serviços)


Camada 2: Execução

Não podemos afirmar categoricamente que Churchill realmente disse “Por mais bela que seja a estratégia, você deve ocasionalmente olhar para os resultados”, mas o ponto aqui é claro: a execução é a chave para a transformação corporativa e os programas de Transformação Digital não são exceção.

A execução funciona de fato em 2 direções: dentro e fora da empresa, em direção ao Mercado ou aos Mercados que a empresa está disposta a servir.

Existem 3 blocos de execução:


  • Modelo de Operação Corporativa
  • Modelo Operacional de Operações
  • Abordagem Go to Market


Cada um dos blocos requer um mergulho profundo específico, uma vez que cada um dos 3 blocos de construção seja composto por elementos adicionais, e cada um deles requeira atenção especial no desenvolvimento de uma iniciativa de Transformação Digital.

No entanto, é importante ter em mente que, neste nível, a estratégia definida é realizada através dos elementos fundamentais de uma empresa:

Produto e Cliente: que define a oferta do negócio, levando em consideração elementos-chave, como preço de venda, canal de distribuição, abordagem de promoção e comunicação, proposta de valor do produto digital, etc.

Organização, Procedimento e Ferramentas, que - através do Modelo Operativo - delineiam a estrutura da corporação e o modo como ela funciona.

Operações, constituem a forma como a empresa realiza produtos (e serviços) que estão dispostos a empurrar para o mercado.

Esses elementos são, obviamente, os componentes padrão da execução da estratégia e não são relevantes apenas em um contexto de Transformação Digital. No entanto, é importante destacar que, nesse contexto, exigem uma abordagem específica por meio da avaliação do impacto digital e tecnológico.


Por exemplo, qual é o produto em um contexto habilitado digitalmente, como plataformas de compartilhamento de carros? É o serviço prestado, a chegada ao destino final, o acesso ao carro, o tempo necessário, etc? 
E considere que a própria definição de produto tem então um impacto sobre a definição do preço, o valor fornecido, a oferta principal do produto, etc.


Camada 3: Tecnologia

Como mencionado no início, a tecnologia não é o núcleo da Transformação Digital, mas é, na verdade, o seu facilitador. A tecnologia serve, e suporta, a realização do objetivo de negócio através dos blocos de execução.

A tecnologia é o facilitador da evolução do Modelo Operacional, das Operações (com a abordagem da Indústria 4.0) e a realização da abordagem Go-to-Market.

Por outro lado, a tecnologia é o impulsionador das mudanças em cada nível da pirâmide, e a capacidade de identificar o impacto da tecnologia em cada nível da pirâmide é uma das principais capacidades corporativas estratégicas. É importante identificar mudanças nos negócios no mercado impulsionadas pela tecnologia e definir respostas estratégicas (ou possivelmente antecipar com o movimento estratégico correto).

A Jornada da Transformação Digital é sobre pessoas

Prá ser bem piegas:A Transformação Digital é uma jornada, não um destino: como todas as outras atividades estratégicas no campo corporativo, as iniciativas de transformação digital precisam ser constantemente revisadas e avaliadas.

A aceitação de novas tecnologias, novos procedimentos e novas formas organizacionais pela corporação é uma área chave que requer monitoramento contínuo e (se necessário) ajuste rápido. E, claro, como em qualquer outro programa de transformação corporativa, o Gerenciamento de Mudanças é essencial para a realização da iniciativa.

A Transformação Digital real, é mais sobre pessoas, do que sobre tecnologia. Por essa razão, uma genuína abertura (e interesse) em relação à tecnologia e inovação é crucial dentro da organização (e especialmente na alta gerência) para o sucesso da iniciativa de transformação.

As funções de tecnologia possuem o conhecimento tecnológico e know-how, mas uma compreensão sólida das implicações,e os benefícios, da tecnologia em torno de cada função da empresa é a chave para garantir o sucesso da iniciativa de Transformação Digital.


Alessandro Braga - CIO da Talent Garden, a maior rede de co-working europeu e coordenador científico do Mestrado em Transformação Digital da TAG Innovation School, a unidade de treinamento do Talent Garden.

Peter Weill - Presidente do Centro de Pesquisa de Sistemas de Informação do MIT Sloan School.

Stephanie L. Woerner - Pesquisador do Centro de Pesquisa de Sistemas de Informação da MIT Sloan School.


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Marketing de Influência


A ascensão das Redes Sociais possibilitou uma nova forma de se trabalhar a relação das empresas com seus clientes, com o advento do Marketing de Influência. Vivemos um mundo onde as relações Costumer to Costumer (C2C) estão cada vez mais fortalecidas devido à influência de personalidades virtuais que foram alçadas ao patamar de Digital Influencers. Evoluímos para um mundo de pós-confiança, onde os consumidores se amparam em outros consumidores para definirem suas decisões de compra.

Neste ambiente onde o exemplo e a experiência alheia valem mais do que a publicidade convencional, as empresas têm entendido o qual eficaz tem sido associarem suas marcas a essas celebridades virtuais. Nichos diversos de mercados podem ser explorados pelas redes sociais dessas personalidades digitais como, por exemplo:

– Destinos turísticos;

– Experiências gastronômicas;

– Tendências fitness;

– Moda e tendências;

– Artigos para casa e decoração;

– Entre outros


1. Custo Benefício
Segundo a pesquisa da Linqia intitulada “The State of Influencer Maketing 2018”, 39% dos profissionais de marketing ouvidos planejam aumentar em cerca de 30% o orçamento destinado para ações de marketing de relacionamento durante 2018. Isso corresponde a gastos na ordem de até US$30 mil para estas estratégias. 25% deles informaram que vão destinar até US$100 mil para esses canais de influenciadores. Apenas 5% disseram que vão diminuir o orçamento destinado a esse nicho de publicidade.

2. Utilização da Estratégia
Cerca de 86% dos gestores entrevistados adotaram essa estratégia em 2017, sendo que 92% deles disseram terem alcançado seus objetivos.

3. Redes Sociais mais Eficientes
Quase a totalidade dos gestores entrevistados, cerca de 92%, consideraram o Instagram a rede mais eficiente para associarem suas marcas. Em seguida, aparece o Facebook com 77% da preferência. Em terceiro lugar ficaram os blogs, correspondendo a 71% da preferência, o que configurou um grande salto quando comparado aos meros 48% de preferência mensurados em 2016.

4. Estratégias Previstas
O Marketing de Influência já é uma realidade consolidada nos departamentos de comunicação das principais empresas. Portanto, já desponta no planejamento anual de mídia traçado pelos gestores. Cerca de 52% dos executivos entrevistados já contam com programas que incluem vários tipos de influenciadores como parte das estratégias.

Outros 44% já se planejam para recorrer a tais influenciadores para melhorar o desempenho de seus canais próprios de vendas; e 36% vão aproveitar o Marketing de Influência para integrá-lo a seu conteúdo de e-commerce.

5. Desafios do Marketing de Influência
Chegamos ao ponto de se testar o alcance do conteúdo criado pela própria empresa versus aquele produzido pelos influenciadores, para mensurar quais das plataformas representam maior assertividade diante do público. As ferramentas e as métricas disponibilizadas são um forte auxílio nesse processo.

Essa mensuração também será importante na hora de se delimitar como a verba do Marketing de Influência será distribuída, entre quais influenciadores. Muito se questiona sobre a verdadeira influência das celebridades virtuais. Grande parte apresenta números relevantes de seguidores, mas não trabalham adequadamente o conteúdo proposto pelas empresas.

Por outro lado, existem aqueles que não agregam tantos seguidores, mas possuem uma audiência qualificada, com altos índices de interação e assertividade nas indicações propostas.

O grande desafio para os gestores de marketing que se enveredam por essa área será definir qual a melhor estratégia a ser aplicada nas suas campanhas: se a de massificação com menor potencial de engajamento; ou a de segmentação delimitada e de maior poder de convencimento.


Benefícios imediatos possibilitados pelo Marketing de Influência:

– Baixo custo das ações;

– Associação da marca à popularidade do influenciador digital;

– Relevância perante o público almejado;

– Facilidade para se compartilhar na rede de contatos as experiências escolhidas como interessantes;

– Apresentação do produto ligado à experiência real do influenciador.

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Previsão de Vendas - Gestão do Marketing e da Força de Vendas


O uso de recursos de análises de dados que garantam Previsões de Vendas e comportamento estão se configurando cada vez mais como uma tendência na Força de Vendas.

Com esse tipo de análise, é possível criar ofertas direcionadas para os clientes que tenham a ver com seus interesses.

De modo geral, esse tipo de análise usa conhecimentos sobre o histórico e sobre padrões do consumidor para prever quais serão seus interesses no futuro. Esse tipo de recurso é muito utilizado no e-commerce.

Disparos de e-mail marketing com ofertas baseadas em compras anteriores também são uma realidade cada vez mais frequente,à qual a gestão da força de vendas não pode dar as costas.


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Millennials - Qual o Comportamento em Consumo?

Millennials - Qual o Comportamento em Consumo



Roupas e restaurantes são as maiores despesas dos Millennials brasileiros, segundo dados da Visa.

Para melhor entender o perfil de consumo dos Millennials brasileiros, nascidos entre 1980 e 2000, a equipe de consultoria da Visa – o Visa Performance Solutions, analisou o comportamento de compras dos brasileiros de diferentes faixas etárias. Ao estudar os dados transacionais da rede de pagamentos da empresa – a VisaNet – a empresa descobriu que, dentre todas as idades, os Millennials brasileiros são os que mais concentram suas compras em roupas (8% do total de suas despesas), em restaurantes (7%) e em lojas de departamento (5%). Em compensação, do total de suas despesas, são os que menos investem em despesas médicas e em despesas com supermercados. Referidas categorias de despesas são dominadas pela geração denominada Silent Generation, entre 70 e 89 anos.

“No Brasil, cerca de 30% (IBGE) da população é composta por Millennials brasileiros. Esses jovens, que guiarão a economia brasileira dentro de alguns anos, apresentam novos comportamentos de consumo, relacionados à mobilidade e ao mercado digital. Estar atento a essas tendências e particularidades é de extrema importância para as empresas que querem crescer no mercado brasileiro”, explica Alexandre Peyser, Diretor do Visa Performance Solutions para a América Latina.

O estudo também mostrou que o ticket médio dos Millennials brasileiros é 26% inferior ao da Geração X (35-53 anos). Já o número de transações mensais é praticamente o mesmo. A Visa Performance Solutions percebeu que os brasileiros nascidos entre 1980 e 2000 fazem 15 operações por mês com cartões enquanto as pessoas da Geração X realizam 18 transações em média.

Outra constatação interessante diz respeito aos pagamentos online. Como esperado, os Millennials brasileiros despontaram como os que mais realizam compras no e-commerce com mais de 20% do total das transações realizada virtualmente. Entretanto, dentro desse grupo de pessoas, os chamados Older Millennials, nascidos entre 1980 e 1990, são mais digitais do que os Younger Millennials, jovens de até 25 anos. “Os mais jovens ainda são dependentes financeiramente dos pais, fazendo com que, em análise geral, utilizem menos o comércio eletrônico do que os que nasceram na década de 80”, conta o executivo.



Visa


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Omnichannel e Cross-Channel nos Laboratórios Farmacêuticos

Omnichannel e Cross-Channel


A Tecnologia da Informação (TI) trouxe-nos uma verdadeira quebra de paradigmas percebida na indústria farmacêutica.

Reflita um pouco:OS SISTEMAS, MUITOS DOS QUAIS AINDA SOB DESENVOLVIMENTO, E OUTROS EM CONSTANTE MANUTENÇÃO, FORAM IDEALIZADOS PARA UMA REALIDADE TOTALMENTE DIFERENTE DO CENÁRIO ATUAL. HÁ APENAS 2 DÉCADAS ESTÁVAMOS PRESOS A ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR. NÃO EXISTIAM TECNOLOGIAS TÃO BANAIS QUANTO OS SMARTPHONES, TABLETS E AS REDES SOCIAIS. NESTA ÉPOCA HAVIA UM INCIPIENTE COMÉRCIO ELETRÔNICO, ATRAVÉS DO QUAL NAVEGÁVAMOS NA RECÉM 'INVENTADA' WEB.

Talvez esteja aí pensando: 'Sim, e qual é a novidade?' A novidade é que tais tecnologias foram se embrenhando em nosso dia a dia doméstico e comercial, mas não necessariamente no nosso ambiente corporativo.

BIG DATA e o DATA-DRIVEN SOCIETY
O pesquisador do MIT, Alex Pentland, tem esperanças de que a física social nos traga as certezas que as ciências duras, tais como a matemática, física e química trazem. Penltand pensa que o advento do BIG DATA nos capacitará a prever guerras, massacres, epidemias e tendências ainda invisíveis do nosso comportamento. Segundo ele, seremos capazes de criar uma sociedade organizada a partir do BIG DATA.

Hoje vemos e sentimos em toda a sociedade o desejo, por vezes inconsciente, de juntar o “data-driven society” com a onipresente mobilidade. Esse sentimento ainda precisa ser traduzido e percebido corporativamente. As estratégias de marketing, bem como o nosso modo de abordar os nossos clientes precisam estar empregnados dessa percepção.

Omnichannel e Cross-Channel
Apesar do atraso de pelo menos uns 3 anos no domínio do conceito de OmniChannel e Cross-Channel, os softwares existentes atualmente têm a sua serventia, assim como as estratégias de hoje e as que estamos pensando para o próximo ano. Mas ambos, paulatinamente, se tornarão obsoletos.

Se por um lado o BIG DATA nos permitiu revelar informações enterradas em toneladas de dados, mostrando-nos correlações surpreendentes e mudando a nossa maneira de olhar para o nosso modelo de negócio, por outro lado precisamos propiciar uma sinergia completa para os nossos clientes através da integração total dos canais que estes acessam, permitindo que tenha uma experiência única com a marca, não importando qual o meio de compra e contato: Isso é o Omnichannel. A compra do cliente é sinérgica, transita entre e-commerce, m-commerce, social commerce, tv commerce. Ou seja, a integração total do online com o off-line.

Mas lembre-se, o mais importante ainda é a integração dos canais.

O nosso Representante tem acesso e suporte total ao nosso laboratório, nos níveis necessários;

O Médico tem contato com a nossa Marca, por meio do Representante;

O Cliente tem acesso Omnichannel, por meio de Redes Sociais, Google, etc... ao nosso laboratório;

Os PDVs tem capacidade de atender as demandas geradas, e espelham a mesma estratégia até o acesso do Cliente.


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