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Marketing de Influência


A ascensão das Redes Sociais possibilitou uma nova forma de se trabalhar a relação das empresas com seus clientes, com o advento do Marketing de Influência. Vivemos um mundo onde as relações Costumer to Costumer (C2C) estão cada vez mais fortalecidas devido à influência de personalidades virtuais que foram alçadas ao patamar de Digital Influencers. Evoluímos para um mundo de pós-confiança, onde os consumidores se amparam em outros consumidores para definirem suas decisões de compra.

Neste ambiente onde o exemplo e a experiência alheia valem mais do que a publicidade convencional, as empresas têm entendido o qual eficaz tem sido associarem suas marcas a essas celebridades virtuais. Nichos diversos de mercados podem ser explorados pelas redes sociais dessas personalidades digitais como, por exemplo:

– Destinos turísticos;

– Experiências gastronômicas;

– Tendências fitness;

– Moda e tendências;

– Artigos para casa e decoração;

– Entre outros


1. Custo Benefício
Segundo a pesquisa da Linqia intitulada “The State of Influencer Maketing 2018”, 39% dos profissionais de marketing ouvidos planejam aumentar em cerca de 30% o orçamento destinado para ações de marketing de relacionamento durante 2018. Isso corresponde a gastos na ordem de até US$30 mil para estas estratégias. 25% deles informaram que vão destinar até US$100 mil para esses canais de influenciadores. Apenas 5% disseram que vão diminuir o orçamento destinado a esse nicho de publicidade.

2. Utilização da Estratégia
Cerca de 86% dos gestores entrevistados adotaram essa estratégia em 2017, sendo que 92% deles disseram terem alcançado seus objetivos.

3. Redes Sociais mais Eficientes
Quase a totalidade dos gestores entrevistados, cerca de 92%, consideraram o Instagram a rede mais eficiente para associarem suas marcas. Em seguida, aparece o Facebook com 77% da preferência. Em terceiro lugar ficaram os blogs, correspondendo a 71% da preferência, o que configurou um grande salto quando comparado aos meros 48% de preferência mensurados em 2016.

4. Estratégias Previstas
O Marketing de Influência já é uma realidade consolidada nos departamentos de comunicação das principais empresas. Portanto, já desponta no planejamento anual de mídia traçado pelos gestores. Cerca de 52% dos executivos entrevistados já contam com programas que incluem vários tipos de influenciadores como parte das estratégias.

Outros 44% já se planejam para recorrer a tais influenciadores para melhorar o desempenho de seus canais próprios de vendas; e 36% vão aproveitar o Marketing de Influência para integrá-lo a seu conteúdo de e-commerce.

5. Desafios do Marketing de Influência
Chegamos ao ponto de se testar o alcance do conteúdo criado pela própria empresa versus aquele produzido pelos influenciadores, para mensurar quais das plataformas representam maior assertividade diante do público. As ferramentas e as métricas disponibilizadas são um forte auxílio nesse processo.

Essa mensuração também será importante na hora de se delimitar como a verba do Marketing de Influência será distribuída, entre quais influenciadores. Muito se questiona sobre a verdadeira influência das celebridades virtuais. Grande parte apresenta números relevantes de seguidores, mas não trabalham adequadamente o conteúdo proposto pelas empresas.

Por outro lado, existem aqueles que não agregam tantos seguidores, mas possuem uma audiência qualificada, com altos índices de interação e assertividade nas indicações propostas.

O grande desafio para os gestores de marketing que se enveredam por essa área será definir qual a melhor estratégia a ser aplicada nas suas campanhas: se a de massificação com menor potencial de engajamento; ou a de segmentação delimitada e de maior poder de convencimento.


Benefícios imediatos possibilitados pelo Marketing de Influência:

– Baixo custo das ações;

– Associação da marca à popularidade do influenciador digital;

– Relevância perante o público almejado;

– Facilidade para se compartilhar na rede de contatos as experiências escolhidas como interessantes;

– Apresentação do produto ligado à experiência real do influenciador.

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Método QA® - Quatro Alavancas® - 2017 - Uso das Mídias Sociais


Entre as Redes Sociais e os programas de trocas de mensagens instantâneas mais usadas no Brasil estão o Facebook (83%), o WhatsApp (58%), o Youtube (17%), o Instagram (12%) e o Google + (8%). O Twitter, popular entre as elites políticas e formadores de opinião, foi mencionado apenas por 5% dos entrevistados, segundo a Pesquisa Brasileira de Mídia, publicada em 2015 pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Mas como sua Força de Vendas tem usado os recursos de Mídias Sociais?

·        Utilizam-no corporativamente?
·        Recebem material de Marketing para divulgação regular?
·        Quantos treinamentos foram programados por ano?
·        Qual é o Target de médicos a acompanharem?

Se você não tem respostas as perguntas acima, ou sequer pensou em fazer uso destas, provavelmente aproveitará algo deste capítulo.


TAMANHO DA ABORDAGEM DIGITAL DA FORÇA DE VENDAS

Façamos, mais uma vez, um exercício palpável e definamos um tamanho hipotético para nossa Força de Vendas. Digamos que seja composta por 4 Linhas com 24 colaboradores.

Digamos que em cada uma das Linhas tenhamos 4 Gestores com equipes de 6 Representantes.

Então, no modelo proposto, totalizamos16 Gestores e 96 Reps. Nossa Força de Vendas será composta de 112 colaboradores que respondem diretamente ao Diretor de Vendas e Demanda.


Suponhamos que apenas três Reps - 48 Colaboradores - participarão desta abordagem em nosso novo Projeto Digital. Estes precisarão ter perfis em pelo menos três Redes Sociais, sendo elas: Facebook, LinkedIn e Instagram.

Se por um lado é fundamental que a empresa tenha alguma presença online, isso não quer dizer que obrigatoriamente precise estar em todas as redes ao mesmo tempo. As Mídias Sociais devem ser escolhidas de acordo com uma série de fatores – públicos-alvo, mensagens-chave, objetivos de negócio, etc. Ter apenas uma página do Facebook, mas bem estruturada, com altos índices de engajamento e uma boa resposta do público-alvo faz muito mais sentido do que estar no Facebook, Twitter, LinkedIn, Snapchat, Pinterest, Instagram e não ter qual interação em lugar nenhum. Enfim, quando o assunto é Mídia Social, não existe fórmula, cada empresa desenha sua própria estratégia.

Em nosso exemplo cada post será replicado 48 vezes em cada Rede Social, 144 vezes ao todo. Cada post corporativo será visível a cada pessoa ou organização que mantenha um relacionamento virtual com nosso colaborador, os quais serão convidados a compartilhá-lo.

Obviamente precisamos estabelecer alguns aspectos para não sermos pegos de surpresa e tão pouco causarmos situações pouco confortáveis a nossos colaboradores:

·        Nenhum post será obrigatório;
·        A repercussão será sugerida através da publicação de pequenos banners;
·        Através de métricas previamente definidas, uma premiação deve ser estendida àqueles que conseguirem repercussões consideráveis;

Nenhuma restrição de contato deve ser imposta, como comunicar-se restritivamente apenas com os Repsda sua empresa.

Um apelo especial que gosto de fazer neste momento da exposição do projeto envolve o valor do investimento. Sim, ele será mínimo, mas precisa ser consistente. Segundo uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week, os empreendimentos que investem em Mídias Sociais apresentam melhores resultados.

A pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint com 100 empresas ao redor do mundo mostrou que aquelas que investiram em Mídias Sociaiscresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas mídias tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.

Essa pesquisa envolvia investimento em anúncios nas Redes Sociais, mas nossa proposta não. Antes busca a propagação espontânea de eventos, ações, estudos e a publicação de feedbacks positivos. A pesquisa Altimer Group e Wetpaintsugeriu que todos que investiram em Redes Sociais, possivelmente terão maior crescimento.

Em nosso projeto serão divulgados nos posts:

·        Fotos dos stands em feiras e eventos;
·        Fotos de pessoas referências, além de grupos que visitaram os stands;
·        Fotos dos grupos participantes dos mais importantes mini meetings;
·        Além de abordagens institucionais.

CONHECE-TE A TI MESMO

Outro aspecto que não deve ser ignorado é o de que através das Redes Sociaisentenderemos a geração de trabalhadores na Força de Vendas. De acordo com o IBOPE, somos cerca de 100 milhões de brasileiros conectados. Destes, de acordo com o comScore, 90.8% acessam Redes Sociais. O Facebook, Twitter e LinkedIn já fazem parte da rotina da maioria dos colaboradores.

Todos estamos nos comunicamos por mensagens, contamos fatos importantes, comentamos grandes acontecimentos, compartilhamos tudo com nossos amigos.

A análise das publicações, bem como seu respectivo alcance ajudarão as equipes de Produtividade| Efetividade a descobrirem novos talentos na Força de Vendas.


NÃO SE PERCA! SEU CLIENTE É O OBJETIVO FINAL

Todos que trabalhamos com relacionamento com o cliente já desenvolvemos estratégias baseadas em Redes Sociais. Especialistas na área são categóricos ao afirmar que as redes sozinhas não vendem, mas que é importante nossa presença, uma vez que nosso cliente também está lá.

O ideal é mantermos nossos sites corporativos atualizados e alinhados com nossas abordagens e estratégias. Precisam tornar-se pontos de apoio. Além disso podemos manter campanhas em outras mídias que também nos sirvam de suporte. Tudo isto demanda algum tipo de investimento, cujo retorno pode ser calculado de diferentes maneiras.

POSSO USÁ-LAS PARA TREINAMENTO?

Ninguém é obrigado a saber tudo. Alguns treinadores, talvez por falta de experiência, não vislumbraram a possibilidade que o uso correto das Redes Sociaispode ter nos treinamentos corporativos. A informalidade presente nestas ferramentas, bem como o aspecto do novo, atrai os colaboradores, que já estão saturados de manuais e conteúdos cansativos.

Você sabe melhor do que ninguém que as Redes Sociais, ao incorporarem treinamentos, estimulam a produção de conhecimento coletivo, dando agilidade as atualizações. Os treinandos ficam mais envolvidos quando são capazes de pesquisar e criar novos conhecimentos.

Sim, esta plataforma permite que o colaborador faça mais do que apenas sentar-se numa carteira, ouvindo passivamente o que o treinador tem a dizer. Neste modelo o fluxo de ideias aumenta e a participação torna-se motivadora.


Enfim...

Esse modelo de utilização das Mídias Sociais permite compartilhar, mais rapidamente, experiências e o parecer de pessoas importantes de referência em determinadas áreas e assuntos.

Neste modelo todos podem conversar como se estivessem lado a lado.  Não há restrições e hierarquias. Há a combinação de conhecimento estruturado com as trocas informais entre os colaboradores, facilitando o aprendizado, combinando a teoria com a prática de quem realmente faz acontecer e está imerso no dia a dia da empresa.

Somente após a implantação do Método QA® é que pensaremos em colocar mais pés nas ruas. O desafio da gestão está em garantir que você, gerente ou coordenador, da equipe de Produtividade | Efetividade, possa colocar ciência suficiente em seu departamento, para que sua organização de vendas seja impulsionada à produtividade de forma sólida e previsível.

SOBRE NOSSO CURSO

O Desempenho da Força de Vendas é resultado de uma série de fatores que vão desde aqueles que estão sob o controle do gestor – economia, crises, clima, etc, - até aqueles que são de responsabilidade do Gestor de Vendas: a atuação do vendedor, conhecimento da equipe e o papel da liderança sobre a equipe, por exemplo. Administrar corretamente estes fatores é fundamental para que o Rep e sua equipe, obtenham uma performance superior na realização das atividades, atingindo ou superando os resultados esperados.

Este curso busca desenvolver habilidades na administração dos fatores que influenciam o desempenho dos Reps e suas equipes. Serão apresentados conceitos sobre o Desempenho em Vendas: o que influencia como mensurar e avaliar; métodos para administrar o desempenho dos vendedores; o papel da liderança; como trabalhar o feedback; e como construir metas e planos de remuneração alinhados com a realização do desempenho.

Objetivos

CONHECIMENTO


Foco no desempenho com efetividade e produtividade do profissional de vendas. O curso possibilita ao participante uma atualização sobre os conceitos (teoria) e a prática, além da aplicação prática dos conceitos sobre a Gestão da Performance em Vendas.

HABILIDADE


Entender os diversos fatores que influenciam o Desempenho de uma equipe de vendas e como gerenciá-los é um desafio que se impõe com cada vez mais frequência e importância para os gestores de vendas. O desenvolvimento de habilidades nesse sentido pode auxiliar na construção de uma equipe de vendas superior.

ATITUDE


Auxiliar o Gestor Comercial no caminho do entendimento de seu papel estratégico na construção de uma Vantagem Competitiva Sustentável a partir da utilização da Gestão do Desempenho como ferramenta para a construção de uma equipe de alto desempenho.

Público

O curso se destina principalmente a Gestores de Vendas que já atuam no mercado, mas que entendem que precisam buscar novos conhecimentos, habilidades e atitudes (teoria, prática e ação) diante de um mercado cada vez mais competitivo e em constante mudança.

Em um cenário cada vez mais competitivo, as empresas precisam ter a melhor performance possível – o que representa usar os recursos da maneira mais assertiva e otimizada, evitando desperdícios e gargalos. Isso é ainda mais vital no setor de vendas, responsável direto por trazer mais lucratividade e garantir a saúde financeira da empresa.

Método QA® - Quatro Alavancas®


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Melhore a Organização e a Disponibilidade do Conteúdo - 10 Maneiras de Aumentar a Produtividade da sua Força de Vendas

Melhore a Organização e a Disponibilidade do Conteúdo - 10 Maneiras de Aumentar a Produtividade da sua Força de Vendas



9. 
Melhore a Organização e a Disponibilidade do Conteúdo

Quanto tempo a equipe de marketing gasta preparando conteúdos incríveis para os VAs?

Quanto tempo cada Rep gasta no intuito de customizar sua atenção e foco nas peças que mais retorno lhes dará em termos de fixação, atenção e importância?

Quem está medindo o resultado de tanta busca pela excelência?

Você e sua equipe já estão no nível de disponibilizar conteúdos personalizados para os seus médicos?

Será que o cruzamento das informações do perfil médico: Perfil Prescritivo, respectiva especialidade, formações acadêmicas, KOLs preferidos, áreas de interesse e a participação em Redes Sociais contribuem para a entrega de um conteúdo mais original e personalizado ou todos os médicos visitados por seus Reps gostam somente do mesmo sabor de sorvete?

Lembre-se: Conteúdo foi feito para ser consumido e não apenas para existir.

Quem está medindo a receptividade de cada lâmina do VA Digital? Os olhos treinados de sua equipe, um software de LCM?

Em que momento, a partir do qual a percepção de melhor atenção, melhor receptividade é detectada, ações são tomadas na gerção e atualização dos VAs?


O que acrescentaria?

O que já drenou produtividade da sua equipe?


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Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - Sanofi | Dorflex

Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - 



As restrições impostas pela ANVISA para a divulgação de medicamentos e a concorrência acirrada dos genéricos vêm fazendo com que a Indústria Farmacêutica lance mão de Ações de Marketing Diferenciadas para divulgar seus produtos e atrair o consumidor. Muito mais que trabalhar os pontos de venda e os profissionais, os laboratórios desenvolvem ações que têm como foco a diversão e a promoção da saúde.


Para buscar a diferenciação, as companhias vêm usando as plataformas digitais para ideias inusitadas que vão desde apagar posts do Facebook e Twitter, papel desempenhado pelo “Dor de Balada”, aplicativo de Dorflex.

A Sanofi também criou uma ação inusitada para divulgar o analgésico Dorflex. A ferramenta “Dor de Balada” apaga automaticamente as últimas postagens no Facebook e Twitter e promete evitar as “dores de cabeça” daqueles que exageraram na noite anterior e se arrependeram do que escreveram nas redes sociais. Após instalado, o aplicativo fica oculto no perfil do internauta e não é visto pelos seus amigos.


Exame


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Pharma, Sales and Marketing Terms - O que é RQE - Registro de Qualificação de Especialista

Pharma, Sales and Marketing Terms - O que é RQE - Registro de Qualificação de Especialista



O RQE - Registro de Qualificação de Especialista é obtido ao registrar um título de especialista no CRM - Conselho Regional de Medicina - correspondente.

Mesmo tendo sido aprovado no exame de Título de Especialista, o CFM - Conselho Federal de Medicina - só considera válido o título que está registrado no CRM.

Esta questão da Propaganda Médica, outra preocupação da área médica e que está descrita na Resolução CFM nº 1.974/2011, dita que só pode se anunciar como especialista aquele que possui RQE; e que o número deste deve constar em quaisquer tipos de propagandas e anúncios.


Analise outros importantes Pharma, Sales and Marketing Terms.


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CLM - Closed Loop Marketing

O CLM - Closed Loop Marketing - é o processo através do qual as empresas da Indústria Farmacêutica desenvolve e implementa estratégias de marketing através de um ou mais canais para atingir seus clientes - médicos prescritores, ampliando sua compreensão do mercado.



Os CLMs tem permitido aos departamentos de marketing obterem uma rápida compreensão do que está funcionando e o que não está. A partir daí, analisando os dados objetivamente, aperfeiçoam os processos dentro de um circuito fechado, e ao longo do tempo promovem a 
efetividade e a melhoria contínua, tanto em marketing quanto em vendas.




CLM redefine o modo com a interação entre os Consultores | Representantes | Propagandistas de Vendas e os Médicos é desenvolvida. As ferramentas que fazem parte do circuito CLM dão acesso preciso e atualizado às informações sobre os Médicos antes de cada visita, permitindo 
aos Representantes de Vendas adaptar suas apresentações de modo personalizado.

Outro aspecto muito explorado e eficaz é o uso que o CLM faz das informações captadas no campo pelos próprios Propagandistas. Esta retroalimentação automática do sistema por trás das interações desenvolvidas com cada Médico, ficam automaticamente acessíveis através de um portal gerencial que disponibiliza milhares de dados, segundo as equipes, produtos e mercados abordados. Estes, após serem transformados em informações e direcionados segundo as respectivas estratégias, servem ao propósito do aperfeiçoamento da abordagem.


É claro que essa abordagem é uma simplificação do conceito CLM. Ainda há desdobramentos na distribuição de Apps e acompanhamento via Redes Sociais. Mas acredito que através destes parágrafos avançamos um pouco mais.


Os Dashboards abaixo elucidam melhor o contexto. Divirta-se!










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