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Série: Serialização e a Rastreabilidade de Medicamentos


Nos próximos anos, importantes mercados e blocos comerciais (incluindo a UE, EUA e América Latina) terão uma legislação que dará a cada cartucho  um número de identificação único. Além disso, existem programas na China, Índia, Coréia do Sul e Turquia que já estão em vigor ou estão sendo implementados. A tendência é claramente a criação de um padrão global com Serialização no nível do artigo para identificar a origem de cada pacote de Medicamentos. Neste contexto, torna-se cada vez mais difícil para os falsificadores em todo o mundo infiltrarem-se em mercados legítimos. Mesmo que a embalagem e a marca pareçam autênticas, a Serialização em nível de artigo facilita a prova de autenticidade.

O transporte mundial de produtos identificáveis ​​de forma exclusiva está associado a problemas específicos: Não são enviados artigos individuais, mas lotes inteiros em paletes ou em caixas de transporte. O acompanhamento do conteúdo das embalagens secundárias e terciárias é o próximo grande desafio para a Indústria Farmacêutica. No decorrer da agregação, os dados de embalagem serializados devem ser registrados corretamente e integrados em uma estrutura hierárquica para fornecer informações detalhadas sobre as estações dos pacotes individuais na cadeia de suprimentos.


Os desafios da Serialização estão bem documentados, mas a agregação global requer um nível mais alto de processamento de dados e de pensamento em rede. Com a quantidade correta de mercadorias em uma caixa e a aplicação de um rótulo, nem tudo está pronto. Esta série de artigos mostrará todas as implicações da Serialização e onde é necessária. Sua agregação, mesmo quando não necessária, é uma extensão lógica que possui várias vantagens.

A primeira etapa da nova norma, publicada no Diário Oficial da União em Dezembro de 2013, está em vigor desde o final de 2014 e a partir de dezembro de 2016 todos os Medicamentos deveriam cumprir essa exigência.

A Indústria Farmacêutica deve se adequar para atender às determinações da norma primeiramente com o conceito de Serialização de seus produtos. Isto significa que cada medicamento produzido deverá ter o seu próprio IUMIdentificador Único de Medicamento.

A partir do momento que os Laboratórios Farmacêuticos já estejam com toda a produção Serializada, cria-se um cenário possível para a implantação de um segundo conceito: a Rastreabilidade, que consiste no controle de cada IUM, desde sua fabricação até o seu uso. Para que seja possível instalar este conceito em toda a cadeia, é preciso que a Indústria Farmacêutica, os Distribuidores, as Farmácias e os Hospitais façam investimentos em tecnologia RDC 54.


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Visitas Proibidas aos Representantes - Código de Conduta - O que é Proibido


No passado, um Representante podia oferecer a um médico uma viagem para participar de um congresso, acompanhado de sua família. Hoje, há normas que vetam esse tipo de oferta.Ainda vale convidar o médico, mas os acompanhantes não.



Está liberado pagar refeições, desde que justificadas com a apresentação de informações sobre produtos.

A distribuição de brindes como canetas e bloquinhos, com marcas dos produtos, foi proibida pela Anvisa em 2008, mas há margem para os brindes institucionais e para empresas que ganharam uma liminar desobrigando-as de cumprir a regra.



Uma resolução similar estabelece que as visitas dos Representantes possam acontecer, desde que não interfiram na atenção aos pacientes.



Uma parcela significativa da boa vontade da indústria vem da necessidade de estabelecer limites entre os concorrentes. Mas também atende à pressão social por relações mais éticas – em parte fomentada por grupos de médicos que passaram a se sentir desconfortáveis. 


Revista Época


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Visitas Proibidas aos Representantes - Código de Conduta - Como Deve ser a Interação com os Profissionais de Saúde


A relação entre os Médicos e a Indústria Farmacêutica já foi mais íntima no passado – com direito a excessos que, hoje, códigos de ética de entidades médicas e de entidades conduta tentam regular, com variados graus de sucesso.



O Código de Ética Médica, do CFM, assim como as resoluções dos conselhos regionais, trazem recomendações gerais de independência.




Revista Época


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Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - Aché | AlarmPill

Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - 



As restrições impostas pela ANVISA para a divulgação de medicamentos e a concorrência acirrada dos genéricos vêm fazendo com que a Indústria Farmacêutica lance mão de Ações de Marketing Diferenciadas para divulgar seus produtos e atrair o consumidor. Muito mais que trabalhar os pontos de venda e os profissionais, os laboratórios desenvolvem ações que têm como foco a diversão e a promoção da saúde.

O Laboratório Aché desenvolveu o aplicativo AlarmPill, que podia ser instalado no iPhone e atuava como um despertador, avisando ao consumidor sobre os horários dos medicamentos. Com a ação, a empresa busca solidificar sua marca promovendo benefícios que impactassem médicos e pacientes, contribuindo para a qualidade de vida. Apenas nos primeiros quatro dias de lançamento, em 2012, o Aché já havia registrado 400 downloads do AlarmPill.


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Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - Sanofi | Dorflex

Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - 



As restrições impostas pela ANVISA para a divulgação de medicamentos e a concorrência acirrada dos genéricos vêm fazendo com que a Indústria Farmacêutica lance mão de Ações de Marketing Diferenciadas para divulgar seus produtos e atrair o consumidor. Muito mais que trabalhar os pontos de venda e os profissionais, os laboratórios desenvolvem ações que têm como foco a diversão e a promoção da saúde.


Para buscar a diferenciação, as companhias vêm usando as plataformas digitais para ideias inusitadas que vão desde apagar posts do Facebook e Twitter, papel desempenhado pelo “Dor de Balada”, aplicativo de Dorflex.

A Sanofi também criou uma ação inusitada para divulgar o analgésico Dorflex. A ferramenta “Dor de Balada” apaga automaticamente as últimas postagens no Facebook e Twitter e promete evitar as “dores de cabeça” daqueles que exageraram na noite anterior e se arrependeram do que escreveram nas redes sociais. Após instalado, o aplicativo fica oculto no perfil do internauta e não é visto pelos seus amigos.


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Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - Takeda | Nebacetin

Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - 



As restrições impostas pela ANVISA para a divulgação de medicamentos e a concorrência acirrada dos genéricos vêm fazendo com que a Indústria Farmacêutica lance mão de Ações de Marketing Diferenciadas para divulgar seus produtos e atrair o consumidor. Muito mais que trabalhar os pontos de venda e os profissionais, os laboratórios desenvolvem ações que têm como foco a diversão e a promoção da saúde.

Para buscar a diferenciação, as companhias vêm usando as plataformas digitais para ideias inusitadas que vão desde a restauração de fotos, feita para a marca Nebacetin, do Laboratório Takeda. A ideia é descentralizar o trabalho de divulgação dos balcões das farmácias, espaço trabalhado massivamente pelos grandes fabricantes de medicamentos genéricos. fabricante dos medicamentos dermatológicos Nebacetin e Neba-Sept. O conceito trabalhado para a pomada é o de reparação da pele após ferimentos e, pensando nisso, a marca desenvolveu o aplicativo “O Restaurador”. Por meio da ferramenta, internautas puderam ter suas fotografias antigas restauradas. O usuário do serviço pôde interagir acompanhando o andamento do trabalho.

A ideia do Laboratório Takeda foi alinhar a estratégia com o conceito do produto e envolver o consumidor pelo emocional. Como o medicamento é voltado para a família, nada melhor do que restaurar as fotos antigas e recordações.

O laboratório também desenvolveu ações nas mídias sociais, especialmente o Facebook, para divulgar outras de suas marcas como Neosaldina e o Eparema. O foco é sempre na interação lúdica com o público e na promoção da saúde, levando informações relacionadas à prevenção. A página de Eparema, por exemplo, disponibilizou dicas sobre a digestão. O que a empresa buscou foi atuar em saúde de forma ampla, não visando apenas o medicamento em si.


Esse posicionamento do laboratório Takeda refletiu a tendência atual do consumidor de estar mais voltado para a prevenção e para a qualidade de vida, e menos para a doença. Essa mudança de visão começou a ser percebida pelo mercado há cerca de dez anos. E foi a grande modificação no marketing farmacêutico. Como as pessoas estão muito preocupadas com a qualidade de vida, a indústria percebeu isso e a intenção foi mostrar que o foco é a saúde e não mais a promoção da doença.

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Pharma, Sales and Marketing Terms - ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Pharma, Sales and Marketing Terms - ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária












Criada pela Lei nº 9.782, de 26 de janeiro 1999, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia sob regime especial, que tem como área de atuação não um setor específico da economia, mas todos os setores relacionados a produtos e serviços que possam afetar a saúde da população brasileira.

Órgão governamental que tem como finalidade institucional a promoção e a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados.

A Agência tem como campo de atuação não um setor específico da economia, mas todos os setores relacionados a produtos e serviços que possam afetar a saúde da população brasileira.  Sua competência abrange tanto a regulação sanitária quanto a regulação econômica do mercado.

Além da atribuição regulatória, também é responsável pela coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), de forma integrada com outros órgãos públicos relacionados direta ou indiretamente ao setor saúde. Na estrutura da administração pública federal, a Anvisa encontra-se vinculada ao Ministério da Saúde e integra o Sistema Único de Saúde (SUS), absorvendo seus princípios e diretrizes.


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