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Marketing de Conteúdo - Gestão do Marketing e da Força de Vendas


A popularização das compras online, feitas por dispositivos móveis, exigiu adaptações do novo consumidor 2.0: Mais do que adquirir um produto, deseja adquirir experiência e algo adicional de valor que lhe seja útil.

Por isso vemos aumentar o número de marcas que apostam no Marketing de Conteúdo para aumentar a efetividade da Força de Vendas, garantindo os melhores resultados.

Além disso, é cada vez maior a necessidade de que a Marca esteja onde o consumidor também está, ou seja, nas Mídias Sociais.

Ao aliar o Marketing de Relacionamento ao Marketing de Conteúdo com a boa gestão da Força de Venda da empresa, trará mais chances de efetivamente vender o seu produto.



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A Importância das Transformações Rápidas em Vendas


A transformação sobre a qual estamos falando envolve mudanças profundas nos processos e estruturas, por isso escolhi a borboleta como um excelente modelo de transformação. Não tem como ela terminar o processo sem uma das asas ou precisar fazer um reboot voltando a fase larval.

Vi muitas iniciativas de Transformações Rápidas em Vendas falharem, mas também tenho visto várias serem bem sucedidas.

As iniciativas que vi falharem, sendo falhar um termo relativo, ocorreram por uma variedade de razões. Podem ter sido demasiadamente limitadas em seu âmbito, ou seja, implantaram um único CRM. Ou não tinham o apoio da alta gestão. Em outros casos a transformação não foi vendida corretamente para os Gerentes de Vendas e tão pouco para os Vendedores de Primeira Linha.



Por alguma razão, em algum momento, a empresa assegura a transformação, mas não alcança os resultados pretendidos.

As Transformações Rápidas em Vendas são, em sua essência, uma mudança fundamental no modo como a empresa age com seus produtos e serviços no mercado.

  1. Não é a implantação de um novo sistema de CRM;
  2. Nem é o treinamento de habilidades de vendas para a Força de Vendas.

Transformações Rápidas em Vendas bem sucedidas envolvem uma mudança multi-facetada na forma como as vendas ocorrem. Seus elementos de transformação incluem:

  • Mudanças na forma como os novos produtos e serviços são desenvolvidos e introduzidos;
  • Mudanças na forma como inserimos os produtos e serviços no mercado local;
  • Alterações no tipo de vendedor ou parceiro que trazemos para nossa família;
  • Alterações nos tipos de ferramentas de automação que disponibilizamos à Força de Vendas;
  • Alterações no nível de habilidades demonstradas pelos vendedores;
  • Alterações no tipo dos gestores que temos sobre a organização e o papel que desempenham nela;
  • Alterações na forma como compensamos e premiamos nossa Força de Vendas.




Transformações Rápidas em Vendas desta magnitude não são fáceis para nenhuma organização, independente do tamanho. Mas quando ocorrem em empresas globais, com mais de 10.000 colaboradores e múltiplas estratégias de mercado, são particularmente desafiadoras.

Infelizmente, uma L-O-N-G-A Multi-Transformação em Vendas não é mais uma opção para a maioria das organizações.



A média de vida útil de um CSO - Chief Sales Officer é inferior a dois anos. A competição na maioria dos segmentos de mercado é brutal. Nossos compradores são mais espertos agora do que eram há cinco anos. As Mídias Sociais e a tecnologia mudaram a forma como as pessoas compram e, portanto, a forma como devem vender.



Para que as organizações possam competir com alguma vantagem hoje em dia, precisam dominar as Transformações Rápidas em Vendas. Devem oferecer um benefício financeiro imediato, mensurável, realizando os projetos em menos de seis meses. 

Empresas de sucesso, sim aquelas que ocuparão os primeiros lugares até 2025 - Prescindem ter aprendido a 'decifrar o código' das Transformações Rápidas em Vendas. Devem descobrir maneiras novas e criativas de realizarem grandes mudanças em seus processos e nas ferramentas utilizadas pela Força de Vendas.

Os dias em que levávamos 2 anos para um roll-out no CRM da Força de Vendas já passaram.


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Método QA® - Quatro Alavancas® - 2017 - Uso das Mídias Sociais


Entre as Redes Sociais e os programas de trocas de mensagens instantâneas mais usadas no Brasil estão o Facebook (83%), o WhatsApp (58%), o Youtube (17%), o Instagram (12%) e o Google + (8%). O Twitter, popular entre as elites políticas e formadores de opinião, foi mencionado apenas por 5% dos entrevistados, segundo a Pesquisa Brasileira de Mídia, publicada em 2015 pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Mas como sua Força de Vendas tem usado os recursos de Mídias Sociais?

·        Utilizam-no corporativamente?
·        Recebem material de Marketing para divulgação regular?
·        Quantos treinamentos foram programados por ano?
·        Qual é o Target de médicos a acompanharem?

Se você não tem respostas as perguntas acima, ou sequer pensou em fazer uso destas, provavelmente aproveitará algo deste capítulo.


TAMANHO DA ABORDAGEM DIGITAL DA FORÇA DE VENDAS

Façamos, mais uma vez, um exercício palpável e definamos um tamanho hipotético para nossa Força de Vendas. Digamos que seja composta por 4 Linhas com 24 colaboradores.

Digamos que em cada uma das Linhas tenhamos 4 Gestores com equipes de 6 Representantes.

Então, no modelo proposto, totalizamos16 Gestores e 96 Reps. Nossa Força de Vendas será composta de 112 colaboradores que respondem diretamente ao Diretor de Vendas e Demanda.


Suponhamos que apenas três Reps - 48 Colaboradores - participarão desta abordagem em nosso novo Projeto Digital. Estes precisarão ter perfis em pelo menos três Redes Sociais, sendo elas: Facebook, LinkedIn e Instagram.

Se por um lado é fundamental que a empresa tenha alguma presença online, isso não quer dizer que obrigatoriamente precise estar em todas as redes ao mesmo tempo. As Mídias Sociais devem ser escolhidas de acordo com uma série de fatores – públicos-alvo, mensagens-chave, objetivos de negócio, etc. Ter apenas uma página do Facebook, mas bem estruturada, com altos índices de engajamento e uma boa resposta do público-alvo faz muito mais sentido do que estar no Facebook, Twitter, LinkedIn, Snapchat, Pinterest, Instagram e não ter qual interação em lugar nenhum. Enfim, quando o assunto é Mídia Social, não existe fórmula, cada empresa desenha sua própria estratégia.

Em nosso exemplo cada post será replicado 48 vezes em cada Rede Social, 144 vezes ao todo. Cada post corporativo será visível a cada pessoa ou organização que mantenha um relacionamento virtual com nosso colaborador, os quais serão convidados a compartilhá-lo.

Obviamente precisamos estabelecer alguns aspectos para não sermos pegos de surpresa e tão pouco causarmos situações pouco confortáveis a nossos colaboradores:

·        Nenhum post será obrigatório;
·        A repercussão será sugerida através da publicação de pequenos banners;
·        Através de métricas previamente definidas, uma premiação deve ser estendida àqueles que conseguirem repercussões consideráveis;

Nenhuma restrição de contato deve ser imposta, como comunicar-se restritivamente apenas com os Repsda sua empresa.

Um apelo especial que gosto de fazer neste momento da exposição do projeto envolve o valor do investimento. Sim, ele será mínimo, mas precisa ser consistente. Segundo uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week, os empreendimentos que investem em Mídias Sociais apresentam melhores resultados.

A pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint com 100 empresas ao redor do mundo mostrou que aquelas que investiram em Mídias Sociaiscresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas mídias tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.

Essa pesquisa envolvia investimento em anúncios nas Redes Sociais, mas nossa proposta não. Antes busca a propagação espontânea de eventos, ações, estudos e a publicação de feedbacks positivos. A pesquisa Altimer Group e Wetpaintsugeriu que todos que investiram em Redes Sociais, possivelmente terão maior crescimento.

Em nosso projeto serão divulgados nos posts:

·        Fotos dos stands em feiras e eventos;
·        Fotos de pessoas referências, além de grupos que visitaram os stands;
·        Fotos dos grupos participantes dos mais importantes mini meetings;
·        Além de abordagens institucionais.

CONHECE-TE A TI MESMO

Outro aspecto que não deve ser ignorado é o de que através das Redes Sociaisentenderemos a geração de trabalhadores na Força de Vendas. De acordo com o IBOPE, somos cerca de 100 milhões de brasileiros conectados. Destes, de acordo com o comScore, 90.8% acessam Redes Sociais. O Facebook, Twitter e LinkedIn já fazem parte da rotina da maioria dos colaboradores.

Todos estamos nos comunicamos por mensagens, contamos fatos importantes, comentamos grandes acontecimentos, compartilhamos tudo com nossos amigos.

A análise das publicações, bem como seu respectivo alcance ajudarão as equipes de Produtividade| Efetividade a descobrirem novos talentos na Força de Vendas.


NÃO SE PERCA! SEU CLIENTE É O OBJETIVO FINAL

Todos que trabalhamos com relacionamento com o cliente já desenvolvemos estratégias baseadas em Redes Sociais. Especialistas na área são categóricos ao afirmar que as redes sozinhas não vendem, mas que é importante nossa presença, uma vez que nosso cliente também está lá.

O ideal é mantermos nossos sites corporativos atualizados e alinhados com nossas abordagens e estratégias. Precisam tornar-se pontos de apoio. Além disso podemos manter campanhas em outras mídias que também nos sirvam de suporte. Tudo isto demanda algum tipo de investimento, cujo retorno pode ser calculado de diferentes maneiras.

POSSO USÁ-LAS PARA TREINAMENTO?

Ninguém é obrigado a saber tudo. Alguns treinadores, talvez por falta de experiência, não vislumbraram a possibilidade que o uso correto das Redes Sociaispode ter nos treinamentos corporativos. A informalidade presente nestas ferramentas, bem como o aspecto do novo, atrai os colaboradores, que já estão saturados de manuais e conteúdos cansativos.

Você sabe melhor do que ninguém que as Redes Sociais, ao incorporarem treinamentos, estimulam a produção de conhecimento coletivo, dando agilidade as atualizações. Os treinandos ficam mais envolvidos quando são capazes de pesquisar e criar novos conhecimentos.

Sim, esta plataforma permite que o colaborador faça mais do que apenas sentar-se numa carteira, ouvindo passivamente o que o treinador tem a dizer. Neste modelo o fluxo de ideias aumenta e a participação torna-se motivadora.


Enfim...

Esse modelo de utilização das Mídias Sociais permite compartilhar, mais rapidamente, experiências e o parecer de pessoas importantes de referência em determinadas áreas e assuntos.

Neste modelo todos podem conversar como se estivessem lado a lado.  Não há restrições e hierarquias. Há a combinação de conhecimento estruturado com as trocas informais entre os colaboradores, facilitando o aprendizado, combinando a teoria com a prática de quem realmente faz acontecer e está imerso no dia a dia da empresa.

Somente após a implantação do Método QA® é que pensaremos em colocar mais pés nas ruas. O desafio da gestão está em garantir que você, gerente ou coordenador, da equipe de Produtividade | Efetividade, possa colocar ciência suficiente em seu departamento, para que sua organização de vendas seja impulsionada à produtividade de forma sólida e previsível.

SOBRE NOSSO CURSO

O Desempenho da Força de Vendas é resultado de uma série de fatores que vão desde aqueles que estão sob o controle do gestor – economia, crises, clima, etc, - até aqueles que são de responsabilidade do Gestor de Vendas: a atuação do vendedor, conhecimento da equipe e o papel da liderança sobre a equipe, por exemplo. Administrar corretamente estes fatores é fundamental para que o Rep e sua equipe, obtenham uma performance superior na realização das atividades, atingindo ou superando os resultados esperados.

Este curso busca desenvolver habilidades na administração dos fatores que influenciam o desempenho dos Reps e suas equipes. Serão apresentados conceitos sobre o Desempenho em Vendas: o que influencia como mensurar e avaliar; métodos para administrar o desempenho dos vendedores; o papel da liderança; como trabalhar o feedback; e como construir metas e planos de remuneração alinhados com a realização do desempenho.

Objetivos

CONHECIMENTO


Foco no desempenho com efetividade e produtividade do profissional de vendas. O curso possibilita ao participante uma atualização sobre os conceitos (teoria) e a prática, além da aplicação prática dos conceitos sobre a Gestão da Performance em Vendas.

HABILIDADE


Entender os diversos fatores que influenciam o Desempenho de uma equipe de vendas e como gerenciá-los é um desafio que se impõe com cada vez mais frequência e importância para os gestores de vendas. O desenvolvimento de habilidades nesse sentido pode auxiliar na construção de uma equipe de vendas superior.

ATITUDE


Auxiliar o Gestor Comercial no caminho do entendimento de seu papel estratégico na construção de uma Vantagem Competitiva Sustentável a partir da utilização da Gestão do Desempenho como ferramenta para a construção de uma equipe de alto desempenho.

Público

O curso se destina principalmente a Gestores de Vendas que já atuam no mercado, mas que entendem que precisam buscar novos conhecimentos, habilidades e atitudes (teoria, prática e ação) diante de um mercado cada vez mais competitivo e em constante mudança.

Em um cenário cada vez mais competitivo, as empresas precisam ter a melhor performance possível – o que representa usar os recursos da maneira mais assertiva e otimizada, evitando desperdícios e gargalos. Isso é ainda mais vital no setor de vendas, responsável direto por trazer mais lucratividade e garantir a saúde financeira da empresa.

Método QA® - Quatro Alavancas®


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Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - Takeda | Nebacetin

Trade Marketing - Ações de Marketing Diferentes para Atrair Consumidor - 



As restrições impostas pela ANVISA para a divulgação de medicamentos e a concorrência acirrada dos genéricos vêm fazendo com que a Indústria Farmacêutica lance mão de Ações de Marketing Diferenciadas para divulgar seus produtos e atrair o consumidor. Muito mais que trabalhar os pontos de venda e os profissionais, os laboratórios desenvolvem ações que têm como foco a diversão e a promoção da saúde.

Para buscar a diferenciação, as companhias vêm usando as plataformas digitais para ideias inusitadas que vão desde a restauração de fotos, feita para a marca Nebacetin, do Laboratório Takeda. A ideia é descentralizar o trabalho de divulgação dos balcões das farmácias, espaço trabalhado massivamente pelos grandes fabricantes de medicamentos genéricos. fabricante dos medicamentos dermatológicos Nebacetin e Neba-Sept. O conceito trabalhado para a pomada é o de reparação da pele após ferimentos e, pensando nisso, a marca desenvolveu o aplicativo “O Restaurador”. Por meio da ferramenta, internautas puderam ter suas fotografias antigas restauradas. O usuário do serviço pôde interagir acompanhando o andamento do trabalho.

A ideia do Laboratório Takeda foi alinhar a estratégia com o conceito do produto e envolver o consumidor pelo emocional. Como o medicamento é voltado para a família, nada melhor do que restaurar as fotos antigas e recordações.

O laboratório também desenvolveu ações nas mídias sociais, especialmente o Facebook, para divulgar outras de suas marcas como Neosaldina e o Eparema. O foco é sempre na interação lúdica com o público e na promoção da saúde, levando informações relacionadas à prevenção. A página de Eparema, por exemplo, disponibilizou dicas sobre a digestão. O que a empresa buscou foi atuar em saúde de forma ampla, não visando apenas o medicamento em si.


Esse posicionamento do laboratório Takeda refletiu a tendência atual do consumidor de estar mais voltado para a prevenção e para a qualidade de vida, e menos para a doença. Essa mudança de visão começou a ser percebida pelo mercado há cerca de dez anos. E foi a grande modificação no marketing farmacêutico. Como as pessoas estão muito preocupadas com a qualidade de vida, a indústria percebeu isso e a intenção foi mostrar que o foco é a saúde e não mais a promoção da doença.

Exame



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Tendência no Mercado Farmacêutico - Estratégia Digital - Ocorreu?

Tendência no Mercado Farmacêutico - Estratégia Digital - Ocorreu?





A estratégia digital já é o principal canal para ouvir, interagir e realizar pesquisas de mercado e estudos clínicos.
A análise dos dados das Mídias Sociais estão no foco das empresas farmacêuticas como uma forma altamente representativa da opinião e comportamento dos pacientes, com as vantagens de menor custo, maior agilidade na extração dos dados e maior volume de dados.
Uma prova do reconhecimento da importância das Mídias Sociais por parte dos Laboratórios Farmacêuticos foi o anúncio durante o evento por parte da IMS Health® sobre o lançamento da aplicação IMS Health® Tracker for Hootsuite - o primeiro que permite que as empresas de ciências da vida monitorem o engajamento com os pacientes e os profissionais de saúde através de canais das Mídias Sociais.
Por outro lado, a comunicação através de aplicativos móveis  é uma tendência clara de agregar valor ao paciente facilitando o gerenciamento de suas condições clínicas.
E por fim, o digital se mostra promissor também na área dos estudos clínicos, facilitando o recrutamento e monitoramento do estudo em larga escala, com menor custo e com vantagens de incluir critérios em tempo real que podem ser captados através do smartphone, como, por exemplo, condições climáticas por geolocalização, em estudos de controle da Asma, como vem sendo implementado em estudo fruto da parceria entre Apple e o Hospital Mount Sinai em NY.
Eye for Pharma Barcelona 2016

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