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Apps - Os Segredos para o Sucesso da Indústria Farmacêutica


As pessoas gastam mais de 85% do seu tempo nos aplicativos de seus smartphones, por isso faz tanto sentido as marcas da Indústria Farmacêutica entrarem em ação. Algumas marcas criaram ofertas únicas para aplicativos. Myrbetriq (uma droga para o tratamento da bexiga hiperativa) desenvolveu o aplicativo RunPee, que sincroniza os intervalos de filmes, notificando seus usuários quanto aos melhores momentos para correrem no banheiro, não perdendo nada da história.


Da mesma forma, a marca Trulicity da Eli Lilly, lançou um aplicativo companheiro para ajudar pacientes com Diabetes a se lembrarem de tomar seus medicamentos.



Zyrtec lançou o Allergycast, um aplicativo de tempo que aprende ao que as pessoas são alérgicas e envia dados em tempo real para profissionais médicos. Sim, o público está ansioso para consumir esses aplicativos móveis da Indústria Farmacêutica. O Allergycast, por exemplo, é um aplicativo Top 25.


A receita total anual a partir de aplicativos de saúde foi de aproximadamente US$ 489 milhões em 2015, mais de 40% maior do que era 5 anos antes disso. De fato, o crescimento de aplicativos relacionados à saúde (42%), superaram a taxa de crescimento dos aplicativos globais de 38%.

Ao entrar no mercado depois de seu amadurecimento, as marcas farmacêuticas também se beneficiaram da melhoria dos serviços de segurança e de nuvem que fazem aplicações mais rápidas de se construir e implementar. Com mais de 3,2 bilhões de downloads, os aplicativos de Saúde certamente estão desenvolvendo um papel mais ativo no acompanhamento e gestão das necessidades globais de saúde.


Os Segredos para o Sucesso da Indústria Farmacêutica

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Intro - Os Segredos para o Sucesso da Indústria Farmacêutica


Em 2017, a Indústria Farmacêutica mostra-se madura e que tem aprendido valiosas lições com os early adopters de outros modelos de negócio. Agora, as empresas de Farma, usufruem um sucesso invejável. Aproveitando o poder e a sofisticação de aplicativos móveis, utilizando apenas as melhores colocações de desempenho. Sim, a estratégia de publicidade digital da Indústria Farmacêutica está pagando dividendos.

Indústria Farmacêutica é conhecida por mover-se lentamente devido políticas e estrita supervisão de seus órgãos regulamentadores. Nos EUA, por exemplo, o FDAFood and Drug Administration - não tornou fácil tirar algum proveito das mais recentes tecnologias e práticas de publicidade. Neste respeito, a Indústria Farmacêutica estava na companhia de indústrias com as de petróleo, álcool e tabaco. Na verdade, até meados da década de 1980, as empresas de Farma só promoviam seus produtos entre os médicos e os farmacêuticos. Então, na década de 1990, Farma começou a tornar sua mensagem visível diretamente aos consumidores finais através de anúncios impressos, de TV e Rádio.

Quando se trata de publicidade, um dos principais desafios que muitas empresas de medicamentos de prescrição enfrentam é o de serem obrigadas a fornecer a divulgação completa dos riscos, efeitos colaterais e possíveis complicações dos medicamentos. Em termos de Mídia Impressa, TV e Rádio, isso significa uma perda de tempo e espaço para os conteúdos de marketing; no entanto, para a mídia digital, as implicações podem ser ainda mais abrangentes e desafiadoras.


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Indústria Farmacêutica - Competências ao Administrá-la


Todos estamos profissional e pessoalmente envoltos em mudanças constantes, quase que diárias.


Múltiplas Adequações

O mesmo ocorre na Indústria Farmacêutica, uma vez que os profissionais atuantes neste modelo de negócio são constantemente envolvidos em processos de R&D | P&D, lançamentos de novos produtos, adequações regulatórias, capacidade produtiva, reestruturações e outras diversas adaptabilidades internas necessárias, assim como atenção e foco no Mercado.

Por si só, estes têm sido os grandes desafios das empresas e seus profissionais. Se por um lado, as mudanças são mais freqüentes, por outro, ganham em complexidade em razão de sistemas, equipamentos, processos e tecnologias mais sofisticadas e integradas. O aumento das restrições no que diz respeito a recursos e tempo para a realização dessas mudanças, acabam por pressionar ainda mais os profissionais, contribuindo para a complexidade.


Modus Operandi Alterado

Em tal cenário, os profissionais envolvidos nessas mudanças, estão sujeitos a novas responsabilidades, tarefas extra-função, participação em grupos de trabalho multi-departamentais, e muitas vezes multi-disciplinares. Tais novas necessidades passam então a fazer parte de suas rotinas, mesmo que não estejam formalizadas em suas respectivas descrições de cargo ou definidas como metas para fins das avaliações de desempenho.


Habilidades Comportamentais e de Relacionamento

Habilidades comportamentais como a de relacionamento, trabalho em equipe, iniciativa, liderança e flexibilidade para mudança são algumas das que tem se mostrado fundamentais nessas circunstâncias. Mas seriam suficientes?


Onde sua empresa está?

Sim, muitas empresas ainda não acham tais questões relevantes, ainda sofrem com intensas resistências às mudanças e têm sérios problemas para implementá-las. Por outro lado existem muitas organizações preocupadas com a eficiência no gerenciamento destas situações e já investem na preparação de seu pessoal para conduzi-las com sucesso, reduzindo a ocorrência de atrasos no cronograma, retrabalho e estouros em seus orçamentos.


Processos e Técnicas de Gerenciamento

Conhecer e empregar técnicas e ferramentas de gerenciamento de projetos é uma escolha dos profissionais responsáveis pelos resultados que estão sendo buscados. Diz-se que melhores escolhas ou decisões normalmente levam a melhores resultados. 

Nesse contexto, tem destaque o emprego cada vez mais intenso de processos e técnicas de gerenciamento de projetos. A definição adequada do escopo do trabalho que deverá ser realizado, do cronograma das atividades e do orçamento são algumas das peças centrais do processo de gerenciamento das mudanças na forma de projetos. As empresas estão usando de competências de gerenciamento de projetos para obter maior poder de competição com base no aumento da velocidade na realização das mudanças e no lançamento de novos produtos e maior produtividade no uso dos recursos.


Melhorando o Curriculum

Os profissionais encarregadas pela gestão de projetos estão usando os resultados positivos de seus trabalhos para a ampliação da lista de realizações profissionais, as quais são muito valorizadas pelas empresas, tanto nos processos de avaliação de desempenho, quanto em processos de seleção.


Quando estamos envolvidos no atingimento de metas relacionadas a atividades fora da rotina de trabalho ou das atribuições dos cargos, e que podem ser realizadas por meio da estruturação de um projeto, a adoção de um conjunto de práticas de gerenciamento específicas, com freqüência produzem resultados de destaque que merecem atenção. 

Realizar com sucesso um processo de mudança ou o lançamento de um novo produto será uma questão que depende das escolhas feitas, em particular, em relação às competências que serão desenvolvidas e usadas pelos profissionais.

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Voluntarie-se - Coisas que Você Deve Fazer por sua Carreira


Ser voluntário envolve compartilhar suas habilidades com uma organização sem fins lucrativos em necessidade.

Sim, diversas pessoas sentem-se melhor ao voluntariarem-se. 

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Discirna o que você não quer - Coisas que Você Deve Fazer por sua Carreira



É importante que todos pensemos a respeito do que mais gostamos, perseguindo constantemente nossos sonhos.

Muitas vezes, o primeiro passo para sabermos o que queremos passa por eliminar o que não quereremos.

Não quer trabalhar 12 horas por dia? Não gosta de trabalhar sobre pressão? Não gosta de viajar a trabalho? Ótimo. Elimine algumas opções, e estará chegando mais perto de discerni o que VOCÊ realmente quer.

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Erros de Português Mais Comuns 04

Erros de Português Mais Comuns




“Tão pouco” / “Tampouco”

Errado: Não compareceu ao trabalho, tão pouco justificou sua ausência. 
Certo: 
Não compareceu ao trabalho, tampouco justificou sua ausência. 
Por quê?
 Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”. 

“A nível de” / “Em nível de”

Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.
Certo:
 A pesquisa será realizada em nível de direção.
Por quê? 
A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”. Ex: Estava ao nível do mar. 

“Chego” / “Chegado”

Errado: O candidato havia chego atrasado para a entrevista.
Certo: 
O candidato havia chegado atrasado para a entrevista.
Por quê?
 Embora alguns verbos tenham dupla forma de particípio (Exs: imprimido/impresso, frito/fritado, acendido/aceso), o único particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo. Ex: Eu sempre chego cedo.

“Meio” / “Meia”

Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.
Certo:
 Ela estava meio nervosa na reunião.
Por quê? 
No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo. Ex: Ele comeu meia maçã.

“Viagem” / “Viajem”

Errado: Espero que eles viagem amanhã
Certo: 
Espero que eles viajem amanhã. 
Por quê? 
Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo. Ex: Fiz uma linda viagem. 

“Mal” / “Mau”

Errado: O jogador estava mau posicionado.
Certo: 
O jogador estava mal posicionado.
Por quê?
 Mal opõe-se a bem. Mau opõe-se a bom. Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.

“Na medida em que” / “À medida que”

Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.
Certo: 
É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.
Por quê?
 Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção. Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.

“Para mim” / “Para eu” fazer

Errado: Era para mim fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Certo: 
Era para eu fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Por quê? 
“Para eu” deve ser usado quando se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo. 

“Mas” / “Mais” 

Errado: Gostaria de ter viajado, mais tive um imprevisto.
Certo: 
Gostaria de ter viajado, mas tive um imprevisto.
Por quê?
 Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade. Ex: Adicione mais açúcar se quiser.

“Perca” / “perda”

Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.
Certo: 
Há muita perda de tempo com banalidades.
Por quê? 
Perca é verbo e perda é substantivo. Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.

“Deu” / “Deram” tantas horas

Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Certo: 
Deram dez da noite e ele ainda não chegou.
Por quê?
 Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”




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LinkedIn - Cuidando do Perfil - Mostre a Face


Os perfis com fotos no LinkedIn são 14 vezes mais clicados do que aqueles que não têm imagem nenhuma. É um detalhe que traz credibilidade e uma sensação de proximidade.

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Como Compensar os Millennials da Força de Vendas?




A percepção de que os Millennials são diferentes - como um todo - das demais gerações é generalizada. Algumas crenças comuns são a de que eles são trabalhadores, mas anseiam gratificação instantânea e reconhecimento e não lidam bem com a rejeição ou fracasso.


Um artigo relatou o estudo realizado pela Universidade do Instituto de Pesquisa de Transportes de Michigan, constatou que cada vez menos a geração Millennial recebe habilitações. O estudo sugere que o surgimento de serviços como Uber e Lyft fornecem transporte alternativo para os jovens profissionais, particularmente em áreas urbanas densas, onde esses aplicativos são mais populares e o custo de condução pode ser muito maior. E, é claro, outras empresas estão procurando maneiras de explorar este ponto da força de trabalho, com produtos e serviços que atendam às necessidades e desejos específicos dos Millennials.

Independentemente de saber se estamos de acordo com a classificação da geração Millennial, um fato é verdadeiro: de acordo com o US Census Bureau, a geração Millennial será em breve o grupo dominante no mercado de trabalho. (A agência prevê que 44% da força de trabalho será composto de Gen-Yer de 2020.) Qual o resultado disso e como profissional de remuneração de vendas deve comportar-se? Não é difícil saber como o surgimento desses trabalhadores mais jovens terão impacto na forma de compensação no futuro próximo.

Embora certamente não seja novo, podemos imaginar que a geração Millennial conduzirá uma onda crescente na tecnologia de remuneração de vendas. O desejo de feedback pode ser acomodado por mais atualizações das respectivas performances de vendas em tempo real. Os smartphones serão a cenoura pendurada moderna. De fato, um smartphone pode ser o dispositivo que permite a geração Millennial acompanhar seu progresso, receber feedbacks, e até mesmo ganhar o direito de se gabar.

E quando se trata de exigir direitos, outro elemento intrigante de compensação que terá de ser reconsiderado é a "atualização do carro" que muitos vendedores de alto desempenho recebem. Será que a geração Millennial continuará a valorizar um upgrade de carro como uma forma de reconhecimento (assumindo que ainda dirigirão!)? Ou será que o dinheiro da empresa poderá ser melhor gasto em outros lugares para premiar e reconhecer a alta performance?

Na sua essência, o surgimento da geração Millennial para a Força de Vendas e em posições de vendas em maior número, sugere que novas estratégias precisarão ser postas em prática para manter este grupo envolvido e produtivo.

Se você tem feito alguma coisa, ou algo de forma diferente com relação à remuneração de vendas para a geração Millennial? Use a seção de comentários ou e-mail para discutir!


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